O Administrador De Organizações Diego Castro

Na contramão de boa parcela do mercado, Luiz Parreiras, estrategista da Verde Asset, vê a economia brasileira se reabilitando no segundo semestre. Como uma amplo fatia do mercado ainda não vislumbra a volta do crescimento, ele alega que as ótimas oportunidades de investimento no período são as ações pela Bolsa de Valores.

Outro fator de otimismo é uma futura alta do mercado acionário. Para Parreiras, a aprovação da reforma da Previdência ainda não foi totalmente incorporada aos preços, o que possibilita a valorização dos ativos após a aprovação do texto. “Vemos mais oportunidade em ações, que serão mais impactadas por um avanço melhor”, confessa. “O mercado hoje vive um pessimismo exacerbado.

Estão subestimando a retomada econômica que necessitamos viver”, inclui o estrategista. Segundo ele, o pequeno otimismo dos analistas se deve à frustração das expectativas do mercado no primeiro semestre. “O mercado entrou em 2019 animado com o crescimento e foi se decepcionando. Nós não existem dúvidas que a economia doméstica, puxada pelo setor privado, vai possuir uma retomada”, alega.Um dos eventos mais consideráveis para acompanhar no segundo semestre, sinaliza Parreiras, virá do desenroscar do G-20, encerrado ontem no Japão.

“Vamos enxergar que caminho toma a guerra comercial entre Estados unidos e China. Acreditamos em uma espécie de acordo temporário, em que os países continuam negociando sem grandes disrupções durante os próximos meses”, destaca. “Isso deixa a economia global mais ou menos na trajetória em que ela prontamente está. Na renda fixa, ele indica as debêntures de empresas de infraestrutura.

Apesar de que tenham reduzido seus rendimentos, elas são positivas no médio a longo prazos, diz. Para as pessoas que tem horizonte mais curto, Mazzer aconselha buscar fundos de investimento que compram essas debêntures, pra poder ter retornos em menos tempo. Para que pessoas tem horizonte mais extenso e, sendo assim, mais apetite por risco, ele diz que investimentos atrelados à inflação ainda são uma bacana opção. “Tesouro IPCA 2045 ou 2050, com taxa de inflação mais 4% ao ano”, diz. Mazzer explica que esses são títulos menos arriscados que os prefixados.

“Nos papéis com IPCA, o investidor tem o para-choque da inflação. Se tudo der incorreto, a inflação tende a crescer”, diz. A Bolsa poderá muito bem bater os 120 1 mil pontos no curto tempo, avalia Marc Foster, diretor da Western Asset. Isso em um assunto que prevê a aprovação da reforma da Previdência por este ano. A entrada de estrangeiros no mercado brasileiro seria um dos combustíveis para a alta. “Eles ainda esperam sinais mais contundentes de aprovação para reverter. Mesmo com um tom otimista, Foster recomenda que os investidores procurem ativos que não estejam atrelados ao desempenho da economia brasileira.

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“Se a Previdência não passa, as dicas que eu dei dão incorreto. A Bolsa cai porque a economia colapsa”, confessa. Um milhão aplicado são mais restritas, ele explica que a avenida menos difícil para o investidor regular ter exibição no exterior é por intermédio de fundos multimercados que aplicam uma divisão lá fora.

“É um caminho que o brasileiro vai cada vez mais estudar. Sobre a queda dos juros, ele não recomenda uma mudança brusca da renda fixa para a variável. “A primeira solução pra Selic baixa é apreender que não existe bala de prata”, afirma. O claro, segundo Foster, é buscar o grande prazo, com posições diversificadas. Ele inclui que não basta somente avaliar a rentabilidade dos ativos, mas analisar o risco corrido.